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“A vida não é crua… é precipício.”

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O dia que começa com chuva lá fora e sol, passarinhos cantando aqui dentro, inverte-se. Findam-se as esperas. Cessa o frio na barriga, e com ele, qualquer sinal de um sorriso sincero. A noite chegou mais cedo, e sem companhia, deixei-a ficar.

E como eu nunca sei ser metade, nunca sei me conter e entregar só um terço: chovo por inteira. Molho as tardes vazias que esperam no quintal. Ou então, trago o sol no sorriso, abrindo os caminhos, transbordando sutilezas, cores, pequenas esperanças. 

“Mas aqui não há lugar pra pouca vida.”

Só existem copos cheios, só existe tudo que é demais. Só o que não sabe esperar e nem caber em si.  

Não há pouco que caiba em tudo que sou.

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Sobre Amanda

Atriz da Cia CemCulpas e escritora de meia tigela.

Uma resposta »

  1. magnificooooooooooooo!!!

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