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Eis.

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Eu não sei como começar o que não tem meio, fim ou começo. O que não se sabe se nasceu pra ser nunca ou sempre.
Que verdades são essas que brotam do caos? Que direito tem elas de se imporem de tal maneira, que acreditamos tanto tanto tanto nessa coisa inventada?

Em meio a tantos erros que se querem acertos, entrecruzam-se vidas, suores, olhares. Tudo pulsa.

Caldeirão de almas que se misturam para renascer todos os dias, onde tudo faz sentido pra quem a entrega não é pouca: o olho do furacão.

A loucura de Dionísio apaixonada pela quase serenidade de Apolo, sem ter medida, transborda-se em exacerbamento.

Os corpos entrelaçados indistinguíveis, só sabem amar. Sentir. É tudo efêmero,  temperado com o prazer de ser humano e a embriaguez de tudo que é divino.

Eis o caos.

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Sobre Amanda

Atriz da Cia CemCulpas e escritora de meia tigela.

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