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Da série coisas que não fazem sentido: como o amor move o mundo.

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Aí você percebe que a vida é um amontoado de histórias de amor mal vividas, mal contadas, não consumadas, sonhadas apenas, e sem fim.

(E que é daí que saem grandes músicas, grandes poesias e corações em chamas. Quase sempre aos pedaços.)

E percebe que elas – as tais histórias de amor, com H por serem tão estupidamente reais – só são assim e fazem a vida ser o que é por conta de muitos mal entendidos, atos falhos e outras pequenas coisas colocadas sob e vistas da lupa gigante de Murphy.

E por fim, se dá conta de que tais coisas acontecem porque há pessoas por trás de tudo, egos gritando, e quase ninguém se escutando. Pouca sinceridade pra muita besteira. Muito “sem querer” pra pouca força de vontade e superação.

Alguém já parou pra pensar no que pode significar superação? Come on! SUPERação? SuperAÇÃO? SUPERAÇÃO! Não é simplesmente deixar algo pra trás. É porque é preciso um grande esforço para que alguma coisa realmente aconteça!

 Tudo bem, tudo bem… se não se pode fazer revoluções ou dominar o mundo com um monte de corações partidos, que se façam músicas, filmes, bons livros, arte e (por que não?) boas pessoas.

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Sobre Amanda

Atriz da Cia CemCulpas e escritora de meia tigela.

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  1. Para além da superação e do fracasso, está a eterna memória transcendental da arte, a qual você pratica com maestria.

    Responder
  2. Acho que seria mais fácil corações partidos criarem novas guerras do que revoluções… enquanto o amor (ou a falta dele, ou a ausência dele, ou o término dele) contribuir para a arte, sei que o mundo será melhor por isso.

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  3. Gostei desse post! Apesar de um tom de tristeza, tem uma pitadinha de esperança no final.
    Gostei muito da sua reflexão sobre a superação também. Mas ela também é SUPER, porque nem todo mundo tem a capacidade de realizá-la sem ajuda (do contrário seria normal, não super).
    =D
    Quanto aos corações partidos, acho que a forma como você encara a decepção é que vai determinar se você vai produzir música, revolução ou guerra. Temos a cultura de encarar decepções como coisas negativas e por isso a maioria do resultado de nossos desencantos acabam sendo runs.
    Quando se encara um “não” como uma bifurcação para uma nova estrada, ao inves de apenas um beco sem saída, as chances de superações ficam bem melhores!

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  4. O amor é uma ilusão, o amor romântico então, ha ha…

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