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A falta que a falta faz.

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E saudade, é permitido sentir?

Essa coisa que se agiganta quanto mais o tempo passa. E que silenciamos, como se fosse crime sentir. Como se para ter, fosse preciso antes de tudo, expurgar todas as expectativas, desnudar-se e aceitar não ter em que se agarrar.

Cordas bambas formam o labirinto pelo qual andamos, nos (des)equilibrando, sempre. E não importa quanto demore, chegaremos aos nós, para desatá-los um a um e transformá-los em laços. De todas as cores, cheiros, texturas e ternuras: enlaces.

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Sobre Amanda

Atriz da Cia CemCulpas e escritora de meia tigela.

»

  1. Mariana B T

    Somos todos tão iguais… diariamente sofrendo as mesmas dores. Gostei demais!

    Responder
  2. Gosto muito da forma como você reconstrói a língua portuguesa. Criativo, genial!

    Responder

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