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Fuga. (para dentro)

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Num momento: em branco.

Depois, como se lhe arrancassem um pedaço qualquer. De carne, de cerne, daquilo que te mantém em pé, vivo. E você se pergunta por quanto tempo se consegue viver sem algo vital.

A máscara vai se partindo aos poucos, e com os seus mínimos fragmentos, caem também verdades, instantes de loucura & percepção & sensorialidades; tudo se perde.

No chão, anda-se sutilmente sobre os cacos do que se foi. E o que se foi é passado, configura-se assim e não há jeito, nenhuma escapatória.

E mais uma vez, cala-se o que não se pode suportar. Espia-se entre as frestas das dúvidas, flerta-se com elas.

O que fazer então, além de trancar bem todas as portas e janelas para que não entrem?

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Sobre Amanda

Atriz da Cia CemCulpas e escritora de meia tigela.

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