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Infinito mar de si mesmo.

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Encontro-me em alto mar. Nova metáfora de mim: vejo-me agora como um barco, navio. Vou ora por águas já velhas conhecidas, ora transito para mares nunca antes navegados. Descortino novos e velhos achados, sem saber se encontro-me ao sul, ao norte. Entregue à toda ou qualquer sorte.

Corto caminhos e rotas que não sei aonde conduzem. Linhas retas, oblíquas, zigue-zagues, em todas e nenhuma direção.

Olho para os lados e tudo o que visualizo é o infinito: do mar, do céu, os dois se combinando num enlace perfeito.

Sou arca vazia, de rimas perdidas (em mim mesma), desaguando no instante inconstante de um agora que se arrasta rumo à infinita incompreensão sagrada de tudo.

 

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Sobre Amanda

Uma atriz com um leão a rugir no peito.

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