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Atam-se-nós.

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Talvez tenha crescido.

Não, não apenas aumentado. Crescido. Um amor adulto, ou quase.

É como se continuássemos para sempre crianças, presos na efêmera liquidez, no deleite-delírio da nossa infância. E nós crianças, alcançamos um amor maior, vivido no infinito dos nossos instantes.

Um amor pra se brincar do nosso jeito, pra não se medir, pra ter planos, mas não todos. Um amor que permita vírgulas, reticiências, exclamações, lacunas a preencher, espaços em branco, pausas e encontros.

Não posso afirmar plenamente, com os pés no chão (e nem mesmo sei se o queria), mas sinto como se tivéssemos ganhado novas dimensões. Como se expandíssemos tudo que nos é mais raro. Cor, luz, tempo, toque, som, suspiro, olhar, penumbra, voz, nós. Nós.

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Sobre Amanda

Atriz da Cia CemCulpas e escritora de meia tigela.

Uma resposta »

  1. transcender
    o novo.

    Responder

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