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Novelo metafísico/o sentir surreal.

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Sinto que descobri algo como uma grande-nova-obscura verdade.

Algo como o sítio onde as mãos se dão, só que agora, com sinceridade. Onde as coisas se tocam mas não para se tornarem palpáveis; apenas se diluem, tomam novas formas, ganham novas cores. Cores que não existem.

Reinventamos. Não como uma forma de necessidade louca-absoluta-desesperada, mas como uma nova escapatória, sutil, doce. Os passos, os caminhos. Desenrolamos um novelo ainda sem cor, indefinido, ao mesmo tempo em que tecemos essa nova possibilidade de paz. E o fazemos ao mesmo tempo (no nosso tempo), porque ele pode simplesmente não existir nesse sítio, o manipulamos conforme a urgência das nossas passividades.

Existe uma certa forma de absorção. Onde eu consigo sentir as lacunas se preenchendo, as interrogações de ponta-cabeça, a efusão dos sentidos. Sinto que levam um pouco de mim, e é como se novas dimensões de mim mesma se formassem, e assim, se tornassem alheias, fora dos meus domínios.

Os toques ultrapassam a barreira do real-sensível. Do tocável. Tornam-se metafísicos e se condensam nessas novas dimensões. Surrealidade de sentidos, do efêmero, do irreal.

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Sobre Amanda

Uma atriz com um leão a rugir no peito.

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