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divagações de rua.

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Torno-me desinteressante com o tempo.
Não que de início eu seja interessante, mas devo passar uma impressão melhor. Tic tac, e eu canso. Os outros e a mim.
Depois de alguns dias, ou com um punhado de sorte, semanas. Não afirmo que todo mundo seja assim. Há pessoas que por mais defeitos que tenham, não conseguimos detestar, e sempre se mantém ‘intocadas’, com seu encanto próprio, e este pode variar muito.

Não é uma divagação autopiedosa, porque não estou numa fase assim, lamuriosa e cheia de um tal existencialismo melancólico.
Aliás, percebi que detesto auto-piedade. Tanto a alheia, quanto a minha, que vai dando adeus, sem data de retorno.
Isso, depois de muito irritar os outros com toda essa besteira. Agora, tento manter apenas a realidade que consigo captar, e não se trata mais de ‘pena própria’, ‘auto-piedade’, ou quaisquer sinônimos que se possa encontrar.

[Pensado ontem, enquanto caminhava para o trabalho, ao som de Smiths, Afghan Whigs, Wilco, Voxtrot].

Enfim, estava sentindo falta de falar com amigos imaginários, escrever pras paredes, fingir que ninguém me ouve, me decifra, escrever e escrever e escrever tudo o que vem à cabeça, nos intervalos em que não estou com a mente nos livros. Por falar nisso, preciso de um cérebro adicional. Algum por aí?

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Sobre Amanda

Uma atriz com um leão a rugir no peito.

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